sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Na Patagônia, gaivotas serão abatidas para preservação de baleias

Nos últimos vinte anos a região turística da Argentina, chamada península Valdês, vêm passando por uma série de acontecimentos envolvendo baleias e gaivotas. Esta área está localizada na província de Chubut, região da Patagônia, e é um santuário para as baleias Franca Austral, principal atração turística da região. Estas baleias somam grande número em época de reprodução e acredita-se que gaivotas estejam alterando o comportamento delas. Furando o dorso das baleias com picadas, as gaivotas estão sendo colocadas como as principais suspeitas da morte de várias baleias da região. A tese levantada pelos estudiosos foi a de que as feridas expostas, causadas pelas picadas das gaivotas, facilitam a proliferação de bactérias, que por sua vez causa infecção no local, culminando com a morte da baleia. A pergunta que se faz é: o que está atraindo estas gaivotas pra esta região? E uma das possíveis respostas pode ser: a própria ação humana. A criação de lixões no local e liberação de restos de peixes no mar por pescadores estão entre as causas da atração das gaivotas. Este problema vem se estendendo a anos e só agora as autoridades locais resolveram tomar providências no sentido de proteger a vida das baleias. Um grupo de atiradores, acompanhados de cientistas, irão se encarregar de combater estas aves intrusas, todavia, serão abatidas somente as que forem vistas picando as baleias. Com esta atitude busca-se preservar a vida das baleias e ao mesmo tempo conservar o número de turistas desta área, conhecida internacionalmente como local de acasalamento e berçário de um dos maiores mamífero dos mares, a baleia Franca Austral.




Fonte: BBC Brasil
Globo Natureza

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Aranha cega é descoberta por cientistas em caverna na Ásia

Uma nova espécie de aranha foi descoberta em uma caverna no Laos, país da Ásia. A espécie está tão adaptada ao seu habitat natural, isto é, à total escuridão no interior de cavernas, que nem mesmo olhos foram desenvolvidos pela mesma. Também devido a este fato, a aranha não possui pigmentação alguma, o que é comum, segundo os cientistas, em animais que vivem nestas condições. Para entrarem nestas cavernas tão escuras os cientistas se valem de lanternas especiais desenvolvidas para este fim. E em homenagem á empresa que produz tais lanternas, a aranha foi batizada de Sinopoda scurion, que representa o nome da empresa. O aracnídeo foi descrito em estudo na publicação científica “Zootaxa”, sendo a primeira espécie do gênero sem visão.



Fonte: Globo Natureza, em São Paulo.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Documentário Feios e Excluídos: Diabo-da-Tasmânia



Lucy Cooke ama os animais que o resto do mundo odeia. Ela foi a uma remota ilha australiana - a Tasmânia - para determinar qual animal merece o título de "o esquisito definitivo". A competição é difícil: com a face de um lutador de boxe aposentado e um grito de arrepiar o corpo, o briguento diabo-da-tasmânia parece ser o candidato principal. Também está na competição um mamífero cheio de espinhos, que come cupins, bota ovos e tem um pênis com quatro cabeças chamado équidna. E que tal um animal com um bico de pato, corpo de mamífero e sistema de defesa de um réptil para completar? Em sua jornada pela Tasmânia, Lucy vê o lado criativo da Mãe Natureza: é uma ilha repleta de adaptações estranhas. E, no final, ela anuncia qual animal é o mais estranho de todos!

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Descoberta nova espécie de rato na Indonésia

Uma nova espécie de rato foi descoberta por um grupo de cientistas em uma ilha na Indonésia. A principal característica é a presença de poucos dentes, apenas dois longos incisivos utilizados na captura de vermes e minhocas encontradas no solo. O animal foi identificado por pesquisadores de várias instituições, como o Museu Zoológico Bogoriense, da Indonésia; o Museu Victoria, da Austrália; e a Universidade mcMaster, do Canadá. O registro da descoberta foi realizado na publicação científica “Biology Letters”. Ratos parecidos como este são encontrados nas Filipinas e Nova Guiné, mas em geral eles possuem dentição e molares reduzidos. A nova espécie é bem menor que as do gênero Echiothrix (roedores) e não mastiga ou rói comida alguma, o que é uma boa notícia. O nome científico dado ao animal pelos pesquisadores foi Pausidentomys vermidax, visto que esta espécie possui uma dieta a base de vermes. Confira as fotos.
 

 
 
 
Fonte: Globo Natureza, em São Paulo

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Documentário Filhotes Selvagens - Uma Questão de Sobrevivência



A sobrevivência nas selvas da África Oriental não é para os fracos, mas estes animais podem ter uma chance com suas adaptações incríveis. Neste episódio, você vai saber porque as girafas têm manchas, quão espertos são os elefantes e vai conhecer um truque que o hipopótamo usa para assustar agressores. Com um toque de comédia, vamos ver como eles realmente vivem em áreas naturais e como estes animais adaptaram-se ao seu ambiente.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Mais um cão leva a pior ao se deparar com porco-espinho nos Estados Unidos

Parece que os porcos-espinhos resolveram realmente declarar guerra aos cães norte americanos de Oklahoma. Mais uma vez um cachorro se deu mal ao entrar em “confronto” com um desses espinhentos, se é que realmente foi um confronto. Acredita-se que o cão não tenha atacado o porco espinho, mas apenas se aproximado dele por curiosidade. Shiloh, que é da raça vira-lata, foi levado para a mesma clínica veterinária onde, três dias antes, o buldogue Bella havia sido atendido com o mesmo problema. A estimativa dada pelos veterinários da quantidade de espinhos retirados de Shiloh foi de 500, estimativa esta coincidente com a dada ao buldogue Bella, que passou pela mesma situação. Por sorte, Shiloh está se recuperando bem e não deve ter nenhuma seqüela, já Bella continua tomando antibióticos, principalmente porque alguns espinhos não puderam ser extraídos de sua pele durante a operação. Vejam algumas fotos de como ficaram estes animais.






Fonte: Extra Online
globo.com SAÚDE E CIÊNCIA

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Águia captura dois peixes ao mesmo tempo

Um momento, talvez único na vida selvagem, foi registrado pelo fotógrafo inglês, Miguel Lasa, de 49 anos, em um lago na Finlândia. O mesmo fotografou o instante exato em que uma águia capturava dois peixes ao mesmo tempo. Segundo Miguel, em períodos quentes, como o verão, as águias desta região ficam mais dispostas a capturar trutas e salmões, mas, mesmo assim, as chances de registrar imagens como estas são raras. Miguel, que além de fotógrafo é médico na Inglaterra, levou aproximadamente quatro anos em viagens até a Finlândia para conseguir o momento exato da ação desta ave. Aprecie com carinho o fruto do trabalho deste fotógrafo e médico que percorre o mundo todo fotografando a vida selvagem.


Fonte: Caters News
G1 NATUREZA

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Píton gigante é capturada nos Estados Unidos


Uma píton birmanesa foi capturada nos Everglades, região pantanosa do sul da Flórida, nos Estados Unidos, medindo 5,6 metros e pesando quase 75 quilos. O animal, que estava prenha com 87 ovos, estabeleceu um novo recorde para o estado da Flórida, já que a maior espécie capturada até então possuía 4,8 metros de comprimento e portava 85 ovos. A cobra estava com uma saúde excelente e foi detectada a presença de penas em seu estômago, o que se permite concluir que um animal deste porte é capaz de se alimentar de qualquer coisa que queira, inclusive pássaros. Os cientistas acreditam que com a identificação da presa e do ciclo de reprodução, alguns avanços serão conquistados no que diz respeito ao tratamento de outras cobras da mesma espécie no futuro. Por se tratar de um animal muito grande, capaz de se reproduzir em larga escala e sobreviver por muito tempo em zonas silvestres, a cobra píton pode representar uma ameaça de invasão. Tanto que as autoridades americanas proibiram a importação de pítons birmanesas e de outras três espécies de serpentes aos EUA. Agora a píton será dissecada, exibida durante cinco anos no Museu de História Natural da UFA (Universidade da Flórida) e, posteriormente, será entregue ao parque nacional Everglades para que também seja exposta.


Fonte: Agência Efe
G1 MUNDO

Javali: uma ameaça indestrutível


O javali é apenas uma das várias espécies de porcos selvagens existentes no mundo, todavia, se tornou a principal espécie, sendo conhecida por sua alta capacidade de reprodução e por ser capaz de se adaptar facilmente a qualquer tipo de solo. Outra característica deste animal, talvez a mais preocupante em termos de cultivo agrícola, é a sua capacidade de regeneração, isto é, é possível que javalis já extintos em uma determinada localidade voltem a aparecer novamente em número significativamente maior. A prova concreta disso é que Na Grã Bretanha, os javalis foram exterminados ainda em finais do século XIII, mas, na década de 1990, se restabeleceram pequenos grupos selvagens na Inglaterra derivados de animais que escaparam de fazendas de javalis. Outro fato comprovador da grande capacidade de regeneração deste animal ocorreu na Dinamarca e na Suécia, quando foram extintos no século XIX, mas voltaram a partir dos anos 1970. Como último acontecimento citamos a região italiana da Toscana, onde o javali foi extinto devido à agricultura intensiva, e mesmo assim foram detectados animais nos anos 1990.
Como é de se notar, este animal, nativo da Europa, Ásia e norte da África, a muito tempo, causam problemas para a agricultura destes continentes. Há quem diga que no continente americano este animal foi introduzido em 1494 por Colombo em sua segunda viagem, mas o fato é que neste mesmo ano já haviam porcos selvagens nas selvas americanas, e tão logo foi sua adptação ao solo, que em 1499 já eram numerosíssimos e prejudicavam muito as plantações em todo o continente.
No Brasil, os suinos foram introduzidos em 1532 por Martin Afonso de Sousa e, rapidamente surgiram muitos criadores que passaram a comercializar sua carne. Com o consumo de carne, a criação de porcos domésticos aumentou significativamente, o que facilitava a fuga destes animais para as florestas. Um marco histórico, que pode servir como justificativa para a desde então crescente população de porcos selvagens (javalis) no território brasileiro, foi o término da Guerra do Paraguai, quando as fazendas paraguaias foram destruidas pelos soldados e os suínos foram soltos no campo. Até os dias atuais, a região central do Brasil tem porcos selvagens descendentes destes animais.
Deixando a história um pouco de lado e partindo para os dias de hoje, observamos que, apesar da grande quantidade de caçadares desta espécie adentrarem as matas para abatê-los, os porcos selvagens continuam se reproduzindo e crescendo desordenadamente nas matas e fazendas do sul e sudeste do Brasil. Estudos comprovam que o aumento da população de javalis deve-se principalmente à falta de um predador natural, que na Europa seria o lobo e o lince e no Brasil a onça preta (pantera).
Mas, seria mesmo este o fator determinante do aumento populacional desordenado dos javalis selvagens? Fica a pergunta para os especialistas e autoridades competentes responderem.



Fonte: Wikipédia
www.abcs.org.br